domingo, 24 de janeiro de 2010

Brisa de Gelo


Brindo à branda brisa que gela,
Levando o tom contido consigo.
Irmã essa do tom que folgo,
Somente daquele achar que vem vindo,
Sonho dado de frio em fogo,
Frio tão frio que incendeia a alma,
Rouba da triste o gélido, seu amigo
Ornado e fiel, que é dito consigo,
Sidéreo o espírito que canta baixinho,
Tom tão frio de aquecido,
Na sua brisa de gelo.

7 comentários:

HornedWolf disse...

:)

A tua poesia faz falta.

Unknown disse...

** Mas será possível que tu me leves para longe as palavras? :O
Meu Deus, eu fico mesmo sem palavras, fico com uma branca quando leio uma coisa tua. --' ^^

Leto of the Crows - Carina Portugal disse...

Obrigada, Horned ^^
---.----.----
Não te quero matar, Bonnie!
É mau sinal ficares branca xD

Beijinhos ^^

Anónimo disse...

Hoje vim aqui também lançar uma centelha :P

Que poema lindo, Leto :) É arrepiante, mesmo! E a foto complementa-o na perfeição ^^

Kath disse...

Frio é bom, e o teu poema também. ^^

Leto of the Crows - Carina Portugal disse...

Pois é, frio é bom ^^

Agora o poema não!

*hmph*

Hatecraft disse...

Bom poema, e é raro encontrar um que me satisfaça tão rapidamente.

Em primeiro lugar a aliteração inicial cria logo um ritmo melódico, mas melodicamente frio. Bom trabalho.

E já agora, adoro o frio. O ar gélido e cortante faz uma qualquer reacção na pele que sintetiza alguma hormona de inspiração que me sobe ao cérebro.

Hatecraft, http://hatecraftld.blogspot.com