Quando, ao segurares nas mãos o coração de alguém,
Te esqueceres a quem pertence;
Quando perderes a sensibilidade do toque
E deixares de sentir o seu palpitar,
Lembra-te que ainda é um coração,
Vivo ao morto.
Lembra-te que te foi oferecido
Não por ser indesejado, mas por te desejar.
E por isso, não feches a mão.
Trata dele e tenta revivê-lo,
Porque apesar de não ser o coração que vive
Latente no teu peito,
Não deixa de ser teu pertence
A alma nele contida.
Um ente que te acarinha
Sem mesmo sentires.
Te esqueceres a quem pertence;
Quando perderes a sensibilidade do toque
E deixares de sentir o seu palpitar,
Lembra-te que ainda é um coração,
Vivo ao morto.
Lembra-te que te foi oferecido
Não por ser indesejado, mas por te desejar.
E por isso, não feches a mão.
Trata dele e tenta revivê-lo,
Porque apesar de não ser o coração que vive
Latente no teu peito,
Não deixa de ser teu pertence
A alma nele contida.
Um ente que te acarinha
Sem mesmo sentires.












