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| The Ship, Salvador Dalí (1943) |
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Vogais Asas da Borboleta
domingo, 6 de janeiro de 2013
Brisa, abraça a Montanha
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Amálgama do Céu além Molde
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Ritual
terça-feira, 27 de novembro de 2012
A Estrada Correu
Alma e Larva
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Semeei Flores no Regaço Cálido
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| Ces Jours de Lumiére, por Emilie Leger |
domingo, 25 de novembro de 2012
Caminhas Passos Invisíveis
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Quanto se conta do Vento
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| ©Stephanie Pui-Mun Law |
sábado, 6 de outubro de 2012
Somos o Dito Pão do Pecar (Caderno dos 80 temas - Kath)
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Conto "Gula"
domingo, 1 de julho de 2012
O Fogo é Líquido no teu Cabelo
Debruçado à janela dos sonhos.
Pinga das madeixas soltas ao vento,
E vem aquecer-me,
Abraçar-me num toque lento
De quem teme e foge
Do mundo.
Não temas, que o temor
Tem vontade de roubar a vida,
E é imensa a que resguardas
Longe do olhar, perdida,
Nos bosques do pensar.
E temo, temo tanto,
Por te magoar.
Foges sem correr,
Incendeias com palavras
O que desejas nunca ver
Em chamas tão argutas de vivas.
Não compreendes então
Esta silenciosa mão
Que se estende para ti.
Aguardo e escuto
O crepitar que te enche,
A ameaça que é mentira nua
Contada a ti por ti, só tua.
E apago-a com um abraço
Tão sincero que me perco
No fogo líquido do teu regaço.
domingo, 24 de junho de 2012
Longe Senta-se o Olhar
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Palavras
Vasto qual o veludo negro além céu,
Denso como o cerne da estrela mãe,
Vivo igual à chama de Prometeu
Que levou o Homem para Além!
São a levedura que tinge o sonho,
E dão vida a imagens mil,
Que se nem mil palavras descrevem uma,
Uma palavra de nome senil
Caracteriza a mente cega e surda.
Que uma única palavra tem em si
A brisa que na alma enfuna
O elo do Universo.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Cataratas da Memória
Simples como o primeiro e árduo voo
Escondido no inspirar.
Quando o roubam, o rio cai,
Cantando às cataratas da memória,
Contando essa antiga história
Que se afasta para o mar.
E ele está cheio de recordações,
Que ondulam serenas, num dia;
Revolvem o profundo em lágrimas e temer,
No outro revolto dia que te dizia
Para não esquecer.
(Capítulo XVII do Prín)
terça-feira, 20 de março de 2012
Arranhar das Engrenagens (O Caderno dos 80 Temas - Kath)
Ferindo a carne, as veias secas,
Retardando um pulso da pulsação,
Desfazendo os ossos, roendo os nervos,
Oxidando o coração.
Sintomas de doença sem crença
Que enferruja o que há a minar;
Rompe a pele, enruga o pensamento,
Desencobre a máquina da alma velha
Consumida pelo Tempo.
Cada peça dentada é pó à brisa
E o espírito ferrugem do firmamento.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Escarpas do Fim do Mundo (O Caderno dos 80 Temas - Kath)
Trajadas de burcas e despidas do olhar,
Pairam nas bainhas do tom profundo
Da alva escuma do espiar.
O trovejar do canto é melodia rouca,
Resmoneio contigo do interior do mar.
Vem às ondas e lança a voz, que é louca
A donzela sereia que te vem escutar.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Vollüspa - Antologia de Contos de Literatura Fantástica
Muito mais que um título, Vollüspa significa renovação, a morte do velho e o nascimento do novo, purificação, se o leitor preferir. Foi deste vocábulo da mitologia Nórdica, retirado do Edda Poético, fonte de inspiração de muita da literatura fantástica, que surgiu a ideia um trabalho desde tipo.
A ideia é simples: juntar alguns dos melhores autores portugueses de literatura fantástica com vozes mais desconhecidas, mas não menos importantes, e dar a conhecer os seus trabalhos de ficção curta. O objectivo é claro: ajudar a alcançar uma revitalização no género da Ficção Científica e do Fantástico! A literatura fantástica precisa destes projectos. É necessário dar a conhecer novos mundos, bem como oferecer uma nova base de trabalho para os autores, onde possam desenvolver a sua paixão.
Os três grandes géneros da literatura fantástica estão representados neste volume: a Ficção Científica, com textos de Afonso Cruz, João Ventura, Luís Filipe Silva, Carlos Silva e também com um texto da autoria do coordenador, Roberto Mendes. É notória uma aproximação ao Terror e ao Realismo Mágico nos textos de José Pedro Lopes e de José Manuel Morais. A fantasia de Joel Puga, Carla Ribeiro, Álvaro de Sousa Holstein, Regina Catarino, Marcelina Gama Leandro, Nuno Gonçalo Poças, Carina Portugal e o conto de Pedro Ventura, que recupera o ambiente de Rod Serling, oferecendo ao leitor uma viagem no universo típico de Twilight Zone, completam o ciclo desta primeira Vollüspa. O leitor pode deambular entre a história de um último vampiro, receber os recados de máquinas que escrevem sozinhas, conhecer raças alienígenas que dominam os humanos num futuro distante, assistir à queda de Roma, ouvir os acordes de uma música que toca as almas de uma forma muito especial, ser levado ao limite pela figura mítica da morte, viajar pelos céus descobrindo os seus segredos e celebrar um natal artificial, onde tudo imita o verdadeiro, sempre com a devida patente registada…
Autores:
Afonso Cruz
Álvaro de Sousa Holstein
Carla Ribeiro
Carlos Silva
Carina Portugal
João Ventura
Joel Puga
José Manuel Morais
José Pedro Lopes
Luís Filipe Silva
Marcelina Gama Leandro
Nuno Gonçalo Poças
Pedro Ventura
Regina Catarino
Roberto Mendes
A antologia custa 13€ e por agora pode ser adquirida no site da HM editora.
Correio do FantásticoP.S.: Muito em breve será disponibilizado um .pdf gratuito com um dos contos da antologia.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Como um sopro de Primavera

Getting Zen, by Claudia
Ser mulher é como um sopro de Primavera
Num exalto ao espírito da vida;
É como ser em sonho a Flor da Terra,
Que com o coração fértil semeia o inconstante
Do Ser que nasce navegante
E remexe o olvidar da criação;
É como ser água que irriga a semente até ao mar,
E a leva nos braços bravos a conhecer o mundo;
É como ser o infinito num só olhar,
Onde se reflecte a magia do que é profundo.
Que a mulher é como a chuva de Verão,
Onírica.







