Repouso no céu o olhar,
Onde o inato detém para si
Os mundos que, ao imaginar,
A realidade tomam de mim.
Têm de vida o desconhecer,
Que evolve, sereno, longínquo,
No que vejo, sem ver,
Da existência que pressinto.
Ayalal,
07.Neth.4699
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| The Mirror, Frank Dicksee (1896) |
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| Miranda -The Tempest, J.W. Waterhouse (1916) |
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| Ascent of the Spirit, Vladimir Kush |