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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Poemas soltos, rio abaixo...


Liriana, by Catarina (para mim! hehehe)

Foi fadiga a que deu ênfase
Aos olhos que te espreitam no rio.
Fadiga de ver passar, de Sol-posto a luar,
A candura caída, mor de sede à despedida,
Que a mim vem cansar.

Então adormeço. Adentro a noite
Encanta, o doce rio correndo cantando.
O teu canto, se pranto fugido do rio,
Rumor de mito e de natura o rito,
Do meu embalo tardio.

Para a Catarina ^^

*

Na fonte florescem estrelas mil,
De água, diamante e gelo vivo.
Flores campestres de azul anil
E arco-íris eterno de fogo índigo.
Nascente ao norte, primaveril,
Flui rio doce, de sereno antigo.

(Tenho andado tão inspirada quanto um ponto de vazio circunscrito no nada)

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Liriana

As flores que cantam, alegres, ao raiar do Sol,
Têm perfume e fragor de mel aquecido.
Porém, flores que dançam à suavidade do luar,
De fria vida bailam álgida doçura, comigo,
Diluem-se no místico da brisa branda,
E são deusas minhas - Efémeras donzelas do destino.

Well... as efémeras donzelas do destino são umas florzinhas amorosas, e uma dessas flores fez questão de me dar uma prenda de anos via "messenger". Os desenhos ainda não estão acabados, mas eu adorei-os! Por isso, e para compensar o tamanho minorca daquele poema dedicado a todos os meus chers amis que se lembraram de me dar os parabéns (ou foram lembrados à força *cof cof*) vou expor aqui os agora meus desenhos, representando a personagem Liriana, tão amorosamente delineada pela Catarina ^^