sexta-feira, 6 de junho de 2008

Vontades



Cintilam sinais e vontades
No canto vosso que oiço.
Erguem asas e voam
Do passado alegre ocioso.

Planeis rumo ao infinito,
E ele acena-te palavras incansáveis.
Espera-te de braços abertos,
Com beijos sábios e veneráveis.

Mas não desespereis
Pois canto esse é d’alento!
Sorri e não deixais de cantá-lo
Eterna essa brisa do vento.

E chegareis longe, a esse infinito
De universo inabalado.
Será vosso, só teu,
O fututo inacabado.

5 comentários:

Kath disse...

Também quero um poema desses na minha fita. ^^

Leto of the Crows disse...

Mas não tens fita nenhuma =P

Laepo disse...

Olha olha... está tão giro! gostei mesmo deste teu poema!

parabéns! ^.^

Kath disse...

Hmph, arranja-se.

Francisco Norega disse...

Muito, muito fixe.
Adorei.