sábado, 6 de março de 2010

Sem título


Seja o sangue o licor rubro,
Que degustas da densa chaga
Dos sem coração.

Seja essa a vida do absurdo,
À tormenta do termo levada,

Seja confim, o do futuro,
Quanto no peito dormitava,

Seja o dito mito imaturo,
O que por escrito falava
Na abnegação.

4 comentários:

Lin Na disse...

Os teus poemas têm sempre um ritmo tão fluido...

Leto of the Crows disse...

Obrigada ^^

Eu não gostei deste que fiz, mas pronto... xD

Lord of Erewhon disse...

Deixa este lá na nossa camioneta... :)=

Beijinhos.

Leto of the Crows disse...

Mas este está feio!