sábado, 5 de fevereiro de 2011

Algo lamechas... nhe!

Quis um dia meu olhar contemplar
O que a Evolução fez de perfeito,
O que é Sol e estrela do pensar,
E anseio no meu peito.

Quis um dia minha alma sentir
Sentimento semeado ao vento,
Vontade tonta de sorrir,
A que sinto com teu alento.

Que és meu licor aquecido
Nos abraços densos da paixão,
O embriagar do que chamo espírito,
O embalar do coração.

Chamo-te “Mundo”, que és o meu,
Por entre um beijar ao inato.
Mundo e universo de Galileu
Que és o céu… e o que faço?

Escrevo-te versos toscos, desnudos
Do que é fútil ao beijar.
Que nestas quadras estamos juntos
E pinto nelas o amar.

Aquele que te pertence, esborratado
Em cores do amanhecer e d’aurora.
Que é tua a beleza do sonhado
Onde perdi a solidão de outrora.

(Não gosto de poemas deste género xD)

4 comentários:

Klatuu o embuçado disse...

Não tens que gostar ou deixar de gostar, «o poeta é instrumento da Obra», tens que aprender a escutar as Vozes, e é tudo. Não te armes em crítica, e que se fodam os críticos, é a Poesia que escreve em nós!

Eu gosto do poema.
Beijinhos, bardinha... ;)

Leto of the Crows disse...

Obrigada ^^

(Mas mesmo assim não gosto de escrever poesia sobre esta temática...)

Beijinhos!

Rosa Negra disse...

Está lindo o poema!

Leto of the Crows disse...

Obrigada =D