terça-feira, 7 de abril de 2009

A Escolha de um Passo


A escolha corre, trémula,
Por entre dedos, para jusante,
Em salvo voo do correcto.
Longe, tão longe, que distante…
Um passo no escuro, um passo em aberto.
Chama fulva que se acende,
Fulgor rubro que se extingue.
E novo passo, o escolhido,
O que hesitas em dar.
Em frente, sempre em frente,
Distantes de constante.
Não o podes evitar.

10 comentários:

Joli disse...

Eu vi-te a escrever este poeeeema :D

Tá tão lindo *.* Como é que consegues escrever tão bem e com tanto barulho :p

E a imagem... faz-me sonhar :)

Beijinhooo e boa Páscoa :D

Leto of the Crows disse...

Só me viste a escrever uma espécie de esqueleto do poema xD

Ele foi totalmente reformulado quando estava no metro hehehe

Beijinhos grandes!

Kath disse...

Quero ler o Príncipe!

Leto of the Crows disse...

Naaaão dooou!

mwahahahahah!!!

Susn disse...

Hesitar em mudar.

Gostei do poema.

Beijo

Dark-me disse...

Quem não arrisca, não petisca! Força!

Dark kiss

Filipinha** disse...

Lol... acho que pelo final do meu texto também deu para perceber um pouco da minha simpatia xD

tens toda a razão...neste momento a única coisa que dou a essas pessoas é o merecido desprezo. Sempre fui daquele tipo de pessoas que dá tudo por tudo pelos outros, chegando mesmo a coloca-los em primeiro plano. Muitas foram as vezes que deixei de pensar em mim para pensar nos outros, mas não me arrependo. Apenas digo que também consigo ser bastante mázinha quando me "pisam os calcanhares" xD daí que tenha escrito aquele texto meio a pedir desculpa, meio a mandar todos passear :D

baby piggy disse...

«m frente, sempre em frente,
Distantes de constante.
Não o podes evitar.»
Porque é que é sempre assim? ._.
Está mesmo bonito, mesmo *

Bruno Pereira disse...

passos no desconhecido..que tanto são abismo como éden...mas porque a vida é só uma...temos que os dar para tentar...

Leto of the Crows disse...

Muito obrigada a todos ^^

Abraços!