sexta-feira, 17 de julho de 2009

Acróstico II



P
or dias singrou esta ilusão,
Rompante a dentro que era viva.
Estridente o gralhar que dizia não,
Se não vista, era proscrita,
Tudo e nada, sem coração,
Ilusão, oh! Se era a dita,
Gosto amargo, veneno, santo pão,
Impar descoro, a desta magia,
Origem e pecado de perdição
(Que é essa tua fantasia).

4 comentários:

Joli disse...

Uauuuuuuu, que poema tão lindo! :DD

Ai Letozinha, acho que vais ganhar mais prémios nobel que o Saramago! LOL

Beijinhoos grandes!

Ana Priscila Sousa disse...

oohh tão lindo!! Bela simplicidade!

Gostei muito..

Beijinhos

Leto of the Crows disse...

Ai Jolizinha... tenho certas e enormes dúvidas quanto a isso xD

Beijinhos às duas ^^

TheChemicalBeaG disse...

obrigada ^^

adorei este poema, pequeno e completo daquilo que querias dizer.

=3