segunda-feira, 14 de abril de 2008

Adeus


Adeus singela flor,
De singela doçura,
Adeus etérea nuvem,
De etérea candura.

Adeus verde prado,
De verde esperança,
Adeus delicada borboleta,
De delicada lembrança.

Adeus colorido arco-íris,
De colorido esplendor,
Adeus cristalino riacho,
De cristalino fulgor.

Adeus graciosa ave,
De graciosa inocência.
Adeus radiante Sol,
De radiante existência.

Adeus azul do céu,
De azul imensidão,
Adeus imortal Ser,
De imortal coração.

Adeus doce fada,
De doce fantasia,
Adeus grandiosa Natureza,
De grandiosa magia.

Adeus...

5 comentários:

Francisco Norega disse...

Deste gostei ;-)

PayNe disse...

oooohh.... porque um poema tao triste? nao gosto da palavra 'adeus'.... prefiro um 'ate ja' porque assim nunca sabemos quando iremos encontrar algo de novo! :D

Francisco Norega disse...

Sim, payne, concordo contigo, mas ainda assim achei o poema como obra literária muito bom :-P

Leto of the Crows disse...

Muito agradecida, Sr. Eragon =D

Sr. Payne, a ideia é essa mesma, ter um toque de melancolia, a melancolia do adeus *snif*

Kath disse...

Odeio "Adeus"'s. Mas às vezes são precisos, forçadamente ou não. O pior é quando me impõem despedidas, e eu não posso fazer nada contra isso.

Mas devaneio, cara Leto. Gostei das repetições, e de todo o sentimento de felicidade perdida que fica a pairar sobre o poema.