sábado, 5 de setembro de 2009

Loucura


Unfurling 2, by Puimun

O silêncio clama teu nome
Sob a brisa da alva.
Um grito mudo de moribundo
Que ecoa lasso. Oh! Tão fraco,
À tua esguia alma.

Ignora-lo. Nada te é
O murmúrio que abranda
O nome do desvario.
Que te sabes ponto mais alto,
O da loucura infanta,

Sabes-te do mundo deusa,
Bela de santa vitória.
Aquela que mata quem não sabe,
Aquela que matou por saber,
O sabor férreo da glória.

Pois, da gente insana,
Sois dama, rainha e suserana.

13 comentários:

Lord of Erewhon disse...

Mete lá este a fazer companhia ao da tua amiga; deixa em rascunho, enquanto procuro uma imagem que lhe faça jus.

Beijinhos.

Leto of the Crows disse...

Muito bem, monsieur, como desejais :P

Beijinhos!

Lord of Erewhon disse...

Vai mail.

Joli disse...

Um dia ainda vou escrever poemas como tu ^^

Leto of the Crows disse...

Ah... não, Joli, isso é muito pouco. Deverias querer escrever poemas como o Pessoa :P

Ana Priscila Sousa disse...

Está muito bonito :)
(Joli...querias!!)

A palavra de verificação é pricaso .. engraçado né? parece q é mm para mim, no meu caso lol

Beijinho

Conversa Inútil de Roderick disse...

Belo!!!!

Afonso disse...

Adorei :D

U disse...

poesia, profundo :D

*Lótus* disse...

Poema lindíssimo! adorei! Fiquei fã =D

Leto of the Crows disse...

Muito obrigada a todos ^^

Joli disse...

Tão linda, a coruja!!! *.*

E continuo a dizer... queria escrever como tu :)

eheheh

TheChemicalBeaG disse...

momentos de gritos interiores, silenciosos, de irracionalidade da razao; fingimento de consciencia, pois tudo é loucura! =)

gostei!!

B.kiss