sábado, 29 de novembro de 2008

Um Sorriso



Tenro dote é esse,
Alma e alento de criança.
Conta sonhos, conta vida,
Conto nele a esperança.
É um sorriso.

E salta alegre, arco-íris!
Rompe ameias de desgosto
Dito vil, veias pulsantes
Senso de Sol contraposto.
E nele te enfatizo.

Porém, pura meiguice,
Será lume que queima
Quão luto alumiado
De composto solo seiva?
Oh! Não acredito.

Pois pintas pronto os céus,
Em cor só tua que anseias
Únicas vagas vontades
Essas deusas que enleias.
É teu o sorriso.

Então vê este o meu querer,
Sombra de fé, prece perdida.
Sorrio ténue ao sorrir
Sonho e conto, decaída.
Um sorriso impreciso.

3 comentários:

Manwë disse...

Era uma vez um pirilampo e uma lata de insecticida...

^^

You're quite different from common men...but yet, you're like a spring breeze ready to make the world burst into bloom...That difference that you take in you is what we need to outrun ourselves...So keep writing the way you do...keep making a difference!

Gothicum disse...

"A alma sensível é como harpa que ressoa com um simples sopro."
(Beethoven)

E este poema teve alma. Abraços.

Leto of the Crows disse...

Manwe (não sei pôr os dois pontinhos no "e" *sniff*)

A Paixão do Pirilampo pela lata de Insecticida! Tão romântico! xD

Oh pah... foi tudo escrito do fundo do coração (lá bem das profundezas obscuras onde não chega o raiar do astro pai Muahahahah)

Beijinhos, senhor Valar

*****

Gothicum,

Agradeço o comentário ^^

Um beijinhos!