sábado, 27 de dezembro de 2008

O Sol



Nasce Sol crescente
Em algures horizontes distantes.
Corre disposto a dar luz,
Cruzando incontidos instantes,
A que a aurora te conduz.

Palmilha, avançando lento,
Caminhos que percorres dentro e fora,
Incansáveis trilhos do mar
Esses em que quente na demora
Te conténs em parar.

E, por fim, nesse teu distante,
Vislumbro nascer que deslumbra,
Sonho e sorriso de amar.

E abro os braços, expectante,
Ao teu raiar que vislumbra
Alento meu, o d'almejar.



(Hum... chamemos a este poema uma prenda de Natal atrasada para todos os meus mais que queridos amigos ^.^
Sim, é uma prenda de pouca qualidade, eu própria admito... *snif*)

4 comentários:

Kath disse...

Hm, se cá me insiro, obrigada. ^^ Muito agradecida e honrada.

Leto of the Crows disse...

Inseres pois. És um dos meus sóis ^^

Rafael disse...

Obrigado Leto, está muito bonito ^^ A Kath não se insere nada! ela é má! foge dela!

ihih =*

Leto of the Crows disse...

Não fujo nada dela, a Kath é fofinha ^^